Em artigo para a Folha, Flávio Rocha denuncia estratégia política da extrema esquerda

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Na semana do centenário da revolução russa, Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, escreveu para a Folha de S. Paulo o artigo “O comunista está nu” e expôs a estratégia política da extrema esquerda.

“Os comunistas aprenderam, com o fracasso da primeira experiência real do socialismo, a como não fazer uma revolução. Hoje em dia está ultrapassado o conceito de uma vanguarda partidária que age em nome do povo. Em seu lugar, o movimento comunista vem construindo um caminho que, embora sinuoso, leva ao mesmo destino: a ditadura do proletariado exaltada pelo marxismo”.

Flávio conta que os comunistas atuais “aprenderam com o filósofo italiano Antonio Gramsci a como combater o capitalismo pelos flancos mais sensíveis”. Defendeu que o que vimos nas últimas semanas são, na verdade, “mais um capítulo dessa revolução”.

Duas exposições de arte estiveram no centro das atenções da mídia ao promoverem o contato de crianças com quadros eróticos e a exibição de um corpo nu, tudo inadequado para a faixa etária“, escreveu. “Não me interessa discutir eventuais méritos artísticos. A questão não é essa. Se venho a público, expondo-me à patrulha ideológica infiltrada nos meios de comunicação, é para denunciar tais iniciativas como parte de um plano urdido nas esferas mais sofisticadas do esquerdismo (…) Exposições são só um exemplo”.

Outras estratégias denunciadas por ele foram: “associação de capitalismo e picaretagem na dramaturgia da TV; glorificação da bandidagem glamorosa; vitimização do lúmpen descamisado das cracolândias; certo discurso politicamente correto nas escolas (…) Ante tal estratégia, Lênin e companhia parecem um tanto ingênuos”.

O empresário finaliza o artigo dizendo que aos brasileiros que não compactuam com qualquer tipo de ditadura “resta zelar pelos valores de nossa sociedade”.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

 

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