Lei do retrocesso na mobilidade deve gerar 50 mil desempregados apenas na cidade de SP

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SÃO PAULO — Durante a votação do substitutivo SBT N° 1 ao Projeto de Lei 5587/16, que ocorreu em abril desse ano, o deputado Cabo Daciolo, PTdoB, defendeu que era preciso “garantir os direitos dos taxistas”, conforme noticiado pelo Jorna Livre na época. 

Nessa semana, o Senado pediu urgência para a votação do PLC 28/17, que ocorrerá na próxima terça (31). Conforme já noticiado neste site, o objetivo do projeto é colocar uma série de impeditivos aos aplicativos de mobilidade, como Uber e Cabify.

Os preços do serviço irão aumentar, tirando a vantagem que a população vê em utiliza-lo. Com isso, 500.000 motoristas podem perder o emprego.

Apenas na cidade de São Paulo, o fim do Uber e do Cabify podem gerar mais de 50 mil desempregos. O número de taxistas que atuam na cidade é inferior ao de pessoas que trabalham como motoristas através de aplicativos. Segundo o Ilisp, há 30 mil taxistas em SP.

Em Brasília, Senador líder do PT Lindbergh Farias é um dos maiores entusiastas pelo aumento do desemprego, trabalhando arduamente contra a população para beneficiar os Sindicatos de Táxi.

Fonte: ILISP

 

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