Usuário do Uber mostra que pessoas que dependem de transporte para visitas médicas serão atingidas pela lei contra aplicativos móveis

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Em abril de 2017, o internauta Raphael Schmidt escreveu o seguinte, quando a Câmara dos Deputados aprovava a primeira versão do projeto que visava acabar com os aplicativos móveis:

“Meu avô, que faleceu há quase dois meses, usava, com a ajuda da minha avó e minha tia, o aplicativo Uber para ir fazer hemodiálise todas as segundas, quartas e sexta-feiras. Assim ele tinha mais comodidade e pagava muito mais barato.

Hoje (4), a Câmara dos Deputados decidiu, de forma vergonhosa, em tirar a descrição do serviço como “uma atividade de natureza privada”, definiu que cada ente municipal deverá “emitir uma autorização específica” para cada motorista Uber, bem como que serão cobrados impostos e taxas, entre outras burrocracias sufocantes do século passado.

Os usuários, entre eles pessoas como meu avô, irão pagar a conta por conta de um corporativismo primitivo, reacionário e retrógrado. Vergonha! Quem votou a favor das emendas daquele petista deveria se envergonhar!

Já viu como os deputados do seu estado votaram? Vai ficar DORMINDO aí ou vai pressionar os Senadores e o Michel Temer para vetar esse retrocesso retumbante?”

Agora o PLC 28/17 vai ser votado no Senado na próxima terça (31). A pressão popular pode evitar que 18 milhões de usuários sejam prejudicados como o avô de Raphael.

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